Encantamento
IA como solução mágica para produtividade, crescimento e inovação, sem questionamento de premissas ou riscos.
Programa Online ao Vivo · Vagas LimitadasCasos, decisões e governança para conselheiros, consultores, C-Levels e decisores em geral, que precisam governar empresas transformadas pela inteligência artificial.
O maior risco não é o conselho não usar IA. É o conselho não saber governar quem usa.
IA como solução mágica para produtividade, crescimento e inovação, sem questionamento de premissas ou riscos.
IA como ameaça ética, regulatória, trabalhista ou reputacional, sem capacidade de avaliar o que é real e o que é ruído.
IA como tema exclusivo do CIO, CTO ou dos especialistas, com o conselho delegando sem exercer sua função fiduciária.
O risco não é o conselheiro não saber usar IA. É aprovar investimentos ruins, não perceber riscos sistêmicos ou deixar a gestão sem a orientação de governança que o conselho deveria dar.
Não é um curso sobre ferramentas. É um laboratório de julgamento executivo para conselheiros diante de decisões reais envolvendo IA.
Cada tema é analisado pela ótica do conselheiro: valor gerado, risco assumido e responsabilidade institucional, não como usuário ou técnico.
Dilemas concretos que chegam à pauta: aprovar investimentos, avaliar riscos, questionar dados, discutir ética e proteger reputação.
Cada módulo termina com um roteiro de perguntas que o conselheiro deve levar ao CEO, CTO, CFO, CHRO, auditoria e fornecedores.
Dilemas similares aos que chegam à pauta, não exemplos genéricos sobre o futuro da IA.
A pergunta não é como usar IA. É como o conselho governa decisões com impacto em valor, risco e perenidade.
Traduz o essencial sem infantilizar o conselheiro nem transformá-lo em especialista operacional.
Cada módulo termina com perguntas concretas para levar ao CEO, CTO, CFO, CHRO e auditoria.
Estratégia, dados, cyber, ESG, compliance, pessoas, reputação e modelo de negócio, não só tecnologia.
Checklists, matriz de risco e framework de avaliação de investimentos para usar imediatamente.
Cinco encontros ao vivo de três horas. Cada módulo parte de um caso disparador e termina com um roteiro prático de perguntas.
IA na pauta do conselho. Separa o que é real do que é ruído e reposiciona a discussão no nível da decisão, não da ferramenta.
IA como tese de valor. Como avaliar investimentos, premissas e retorno quando a gestão propõe acelerar em IA.
Dados, viés e responsabilidade. Dependência de fornecedores, fragmentação de dados e os riscos que a gestão pode omitir.
O conselheiro como estrategista. Arquitetura de decisão sob incerteza, com impacto em pessoas, cultura e modelo de negócio.
Playbook executivo e simulação de sala de conselho: dossiê de investimento em IA com dados incompletos, pressão competitiva e implicações éticas, deliberado em grupo.
Para cada interação com CEO, CTO, CFO, CHRO, auditoria e fornecedores de IA.
Framework para avaliar ROI, premissas e riscos de propostas de IA apresentadas pela gestão.
Para identificar, classificar e orientar a governança de riscos éticos, regulatórios e operacionais.
Estrutura mínima para o conselho supervisionar IA sem invadir o papel da gestão.
Roteiro para dilemas de conselho: quando aprovar, adiar, condicionar ou recusar iniciativas de IA.
Comunidade de conselheiros e executivos que passaram pela mesma formação.




“Apliquei conceitos do curso no dia seguinte.”
“Não é sobre ferramenta. É sobre tomada de decisão.”
“Hoje o mercado está perdido. O curso funciona como um GPS.”
“A arquitetura de decisão mudou completamente meu olhar.”
Encontros síncronos em ambiente online, com debate ativo entre os participantes e os condutores. Câmera aberta, presença e deliberação em grupo.
Turmas pequenas, selecionadas por fit de perfil, para preservar a qualidade da discussão de conselho e a troca entre pares.

Quem decide hoje precisa estar pronto para o que máquinas vão decidir amanhã.